
* Comunicação oral (comunica-se bem em sala de aula e/ou socialmente);
* Memória (consegue decorar palavras e/ou se lembrar de eventos);
* Discriminação visual (sabe diferenciar figuras iguais e diferentes);
* Leitura oral e leitura silenciosa (verificar se está adequada para faixa etária);
* Compreensão (é capaz de decodificar o material lido);
* Ditado de palavras, frases e texto (avaliar a codificação de grafemas)
* Redação (organização e elaboração do discurso).
* Prevenção é o professor estar atento!Seja capaz de detectar alterações que caracterizem um distúrbio ou que predisponham a criança a ele.
Para isso é preciso:
* Verificar se a criança apresenta alterações de saúde geral, problemas auditivos ou visuais e sugerir aos pais que a levem ao profissional adequado para fazer o diagnóstico;
Observar a FALA da criança, VERIFICANDO se ela apresenta trocas ou omissões de fonemas (após 5 anos isso não deverá acontecer mais);
* Avaliar o nível de MATURIDADE da criança e TER CERTEZA de que ela está pronta para a alfabetização;
* Utilizar o método de alfabetização adequado a criança, EVITANDO o método fonético para crianças que apresentam DISTÚRBIOS DE FALA;
* Observar se existe alterações emocionais ou manifestações comportamentais que apontam para problemas desse tipo e, quando necessário, sugerir avaliação psicológica;
* Conscientizar os pais da importância de atividades que ESTIMULEM A LEITURA E A ESCRITA, tais como ler livros para os filhos, valorizar a escrita e as produções da criança, oferecer materiais que permitam que ela desenhe etc.
Caso o professor tenha uma criança com DLE em sala de aula, ele deve buscar as orientações do fonoaudiólogo, para acompanhar o aluno que está em processo terapêutico. Buscando ajudá-lo em sala de aula da forma mais adequada possível.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Dê sua opinião ou tire dúvidas.